Publicação do Ipea analisa a evolução da agricultura no Brasil

O Ipea lançará em agosto, durante dois eventos, o livro Agricultura, transformação produtiva e sustentabilidade. O primeiro será na 15ª edição do Congresso Brasileiro do Agronegócio (ABAG), no Sheraton WTC Hotel, em São Paulo, no dia 08/08, e o segundo no dia 16, durante o 54º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (SOBER), na Universidade Federal de Alagoas, em Maceió.

O estudo apresenta análises do cenário do agronegócio brasileiro e sua representatividade para a economia do país. Segundo a publicação, esse setor é responsável por um terço do Produto Interno Bruto (PIB) e parcela significativa dos empregos gerados. “O crescimento agropecuário tem mais a contribuir com a economia e o meio ambiente do que qualquer outro setor. Ao contrário do passado, a agricultura está integrada em toda economia e não funciona como um setor marginal”, explicou José Eustáquio Ribeiro Vieira Filho, técnico de planejamento e pesquisa do Ipea e um dos organizadores da obra, ao lado de José Garcia Gasques, coordenador-geral de estudos e análises do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Para o professor da Universidade de Columbia, Albert Fishlow, esse é um setor importante para o Brasil. “O agronegócio é o único setor da economia brasileira que tem conseguido melhorar tanto a produção quanto a produtividade durante as duas últimas décadas”. Já o presidente do Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (Ipead-MG), Cândido Luiz de Lima Fernandes, ressaltou que “a expansão do agronegócio na economia brasileira, hoje, é apontada como uma das alternativas para a retomada do crescimento econômico do Brasil”.

A obra avalia ainda o fato de a tecnologia ter sido um dos fatores que possibilitaram ao país deixar de ser importador para se tornar um dos maiores exportadores mundiais de produtos agrícolas. Porém, apesar de essa ser a base para o êxito do agronegócio, ela aconteceu de forma desigual, beneficiando poucos estabelecimentos. “Existem imperfeições de mercado que fazem que uma tecnologia de conhecimento público não chegue a todos os agricultores. Por isso, 2,9 milhões de estabelecimentos ficaram à margem do processo”, explicou José Eustáquio.

Confira o livro Agricultura, transformação produtiva e sustentabilidade

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Fonte: IPEA
Texto disponível aqui

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